O sistema de saúde dos Estados Unidos funciona de forma bem diferente do que estamos acostumados no Brasil. Não existe um sistema público e universal, como o SUS. Em vez disso, o país opera um modelo baseado principalmente em seguros privados, que podem ser contratados individualmente ou oferecidos como benefício por empregadores. Sem um seguro de saúde, qualquer atendimento, até mesmo emergências, pode gerar custos muito altos.
Além dos planos privados, existem programas governamentais voltados para grupos específicos da população, como:
- Medicare: para pessoas com mais de 65 anos e alguns pacientes com deficiência.
- Medicaid: para famílias e indivíduos de baixa renda.
- CHIP: destinado a crianças que não se qualificam para o Medicaid.
- Veterans Affairs (VA): atendimento para militares veteranos.
Esses programas, porém, não são acessíveis para turistas. Isso significa que quem viaja a turismo, estudo ou trabalho temporário depende totalmente de seguro privado, e, no caso de visitantes internacionais, do seguro viagem.
Outro ponto importante é que o atendimento médico nos EUA é majoritariamente privado, altamente especializado e reconhecido pela qualidade, mas também é um dos mais caros do mundo. Hospitais, clínicas e laboratórios funcionam de forma independente, e cada serviço tem seu próprio valor.
Por isso, entender como o sistema funciona é fundamental para evitar imprevistos e custos inesperados, especialmente durante grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2026, quando os EUA receberão muitos turistas estrangeiros.